18-10-2017

Novo Banco não vai cortar mais pessoal até ao fim do ano




O banco de transição está em processo de venda, e tem de ser vendido 100% até 2017.

Sindicatos dos Quadros Técnicos Bancário reuniu-se com António Ramalho, presidente do Novo Banco e foi confirmado que o Novo Banco nao preve, em 2016, a necessidade de realizar uma reestruturacao de pessoal ou qualquer despedimento colectivo.

Isto porque no final de 2015, a Comissao Europeia determinou a reducao de 500 postos de trabalho, a acrescer ao corte no quadro de pessoal de 1.000 trabalhadores, caso o Novo Banco nao seja vendido ate ao final de 2016.

Mas foi confirmado que o Banco superou a reducao de 1.000 trabalhadores e suplantou igualmente a reducao de custos operacionais de 150 milhoes de euros previstos para esta fase. "nesta medida, foi afirmado que o Novo Banco nao preve, em 2016, a necessidade de realizar uma reestruturacao de pessoal ou qualquer despedimento colectivo", diz o comunicado do sindicato.

"Foi ainda solicitado pelo SNQTB que, a ser necessaria, uma reducao adicional de postos de trabalho, a ocorrer em 2017, esta sera alcancada mediante: saidas naturais e voluntarias; a cessacao de contratos de trabalho por acordo e reformas", refere a nota.

O Sindicato liderado por Paulo Marcos disse que finalmente, foi assegurado que o Novo Banco tem varios interessados na sua compra, estando a Administracao a trabalhar no cenario da manutencao do Banco enquanto entidade independente e com um novo accionista.



04-10-2016
Fonte: Económico